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outubro, 2025
A passos lentos, o mercado de prédios corporativos de alto padrão no Rio começou a mostrar reação no terceiro trimestre de 2025. Segundo relatório inédito da Newmark, foram 51 mil m² alugados — o melhor resultado do ano — e 28 mil m² de absorção líquida, mesmo com aumento nas devoluções. A taxa de vacância caiu para 25,8%, sinalizando leve melhora na ocupação, embora ainda haja muita oferta disponível.
O preço médio pedido de aluguel subiu 3% no trimestre, chegando a R$ 77,53 por metro quadrado ao mês. Nas regiões mais valorizadas, como Zona Sul, Botafogo e Porto Maravilha, os valores ultrapassaram R$ 80/m²/mês, indicando início de valorização após anos de queda.
Centro e Cidade Nova registraram as maiores novas ocupações, com destaque para empresas dos setores de saúde e armazenagem. Já a Zona Sul e a Barra da Tijuca tiveram desempenho mais estável.
Apesar dos avanços, a recuperação segue lenta. O volume de locações continua abaixo do registrado em 2024, e fatores como juros altos, inflação e baixo crescimento econômico ainda limitam uma retomada mais forte do mercado corporativo carioca.