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julho, 2025
A ocupação de escritórios se manteve intensa em São Paulo no segundo trimestre deste ano, enquanto teve uma movimentação lenta e tímida no Rio de Janeiro durante o mesmo período. Os dados são de levantamento inédito da consultoria Newmark e representam um indicativo da temperatura do mercado corporativo nas duas capitais entre abril e junho.
Na capital paulista, segundo o estudo, a absorção líquida desses espaços — as novas ocupações descontadas as devoluções — foi de 108 mil m², alta de 17,3% em relação ao primeiro trimestre. A taxa de vacância, que entre janeiro e março já era um recorde desde 2020, caiu ainda mais, chegando a 18,2%. As regiões mais visadas pelas empresas no período foram Pinheiros, Paulista e Chucri Zaidan.
No Rio de Janeiro, no entanto, a absorção líquida foi de apenas 0,78 mil m² no segundo trimestre, uma queda de 94% em relação aos 13 mil m² em que o segmento avançou no primeiro trimestre. Ainda assim, a taxa de vacância ficou estável em 27,2%, indicando que, por ora, qualquer avanço dos escritórios é mínimo. Contribuíram para esse resultado as devoluções de escritórios no Centro do Rio e no Porto Maravilha.